TABELA AMBIENTAL QUIMICRYL

O CTE (www.cte.com.br) desenvolveu um método de comunicação técnica e ambiental para materiais de construção para facilitar o trabalho de projetistas, consultores e construtores.

1. Apresenta atributos técnicos e ambientais com comprovações.
2. Facilita o acesso aos ensaios, laudos e certificados para processos de análise e certificação.
3. Permite a escolha do produto e avaliação dos atributos conforme necessidade do projeto.

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BAUCRYL 10.000 | IMPERMEABILIZAÇÃO ELÁSTICA
• Para grandes lajes e áreas comuns
• Resiste a 25 metros de coluna d´água
• Suporta grandes deformações sem ruptura
• Propriedades elásticas alongamento igual a 80%

Tabela Ambiental: http://quimicryl.com.br/docs/ta/BAUCRYL%2010000_TA.pdf

2

BAUCRYL ARGAREVEST | ARGAMASSA CIMENTÍCIA IMPERMEÁVEL
• Regularização, impermeabilização e proteção mecânica numa única operação
• Melhora a aderência da argamassa
• Resiste a 25 metros de coluna d´água
• Reduz o módulo de deformação

Tabela Ambiental: http://quimicryl.com.br/docs/ta/BAUCRYL%20ARGAREVEST_ta.pdf

3

BAUCRYL UV BRANCO | IMPERMEABILIZAÇÃO COM REDUÇÃO DE ILHAS DE CALOR
• Suporta grandes deformações sem ruptura
• Reduz as transferências de calor para o interior
• Para lajes e paredes expostas
• Índice de refletância igual a 104 (SRI)

Tabela Ambiental: http://quimicryl.com.br/docs/ta/BAUCRYL%20UV20BRANCO_TA.pdf

4

COLA ECOFLOR | COLA BASE ÁGUA PARA CARPETE
• Base água
• Não prejudicial à saúde
• Resistente à água
• Baixa toxicidade

Tabela Ambiental: http://quimicryl.com.br/docs/ta/COLA%20ECOFLOOR20P1_TA.pdf

Maiores informações sobre a Tabela Ambiental: materiais@cte.com.br

 

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Selo de Qualidade de Materiais Inmetro

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Para aumentar a segurança dos usuários, o Inmetro está certificando a qualidade de diversos produtos. A certificação visa ainda, proteger o mercado interno da construção civil contra produtos de baixa qualidade.

Dimensões, composição, absorção de água ou resistência são alguns dos requisitos técnicos que constarão nos regulamentos.

Torneiras, misturadores, registros e sifões já possuem regulamento compulsório publicado. Itens como argamassa colante, blocos vazados de concreto, cal hidratada para argamassa, pisos de madeira maciça, porcelanatos e tintas são contemplados com a certificação voluntária. (INMETRO , 2014).

Fonte: https://www.inmetro.gov.br/noticias/verNoticia.asp?seq_noticia=3505

 

 

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4 importantes observações sobre Declaração Ambiental de Produto

1EPD

2EPD

3EPD

4EPD

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Tabela Ambiental inclui a Norma de Desempenho

 

Como já comentado nos posts anteriores, a crescente e intensa demanda de certificações verdes para edifícios fez também crescer a necessidade dos fabricantes de corresponder as demandas de informações de seus clientes. Na maioria das vezes, despreparados, fabricantes perdem vendas por não saberem informar dados como conteúdo reciclado ou comprovar, por meio de ensaios de terceira parte, o nível de composto volátil de seus produtos. Hoje, aquele que informa mais rápido pode ganhar sim a venda !

Para não se verem excluídos do mercado, a corrida pelos fabricantes pela adequação de suas informações começa a se intensificar nos últimos 2 anos (2012 e 2013). Para acrescentar um certo “pânico” neste segmento, é lançada em meados de 2013, a Norma de Desempenho brasileira (NBR 15.575), que determina que fabricantes deverão fornecer informações comprovadas de seus elementos e sistemas. A responsabilidade também recai sobre projetistas. Estes deverão solicitar informações aos fabricantes. Esta Norma vem reforçar ainda mais a necessidade da Tabela Ambiental, pois sua proposta é estar preparado com  informações facilmente acessíveis e comprovadas ao público.

Outra vantagem de incluir na Tabela Ambiental a Norma de Desempenho é garantir que fabricantes não façam a tal “maquiagem verde” em seus produtos. Ou seja, não adianta ser verde, precisa funcionar, e bem. Assim, tentativas alternativas de materiais sustentáveis, daqueles que tentam resolver os resíduos do mundo juntando tudo e colocando na sua casa, só serão viáveis se realmente forem seguros e desempenharem a função que lhes cabe.

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Foto: Vídeo de uma simulação de uma queda de bucha de balão (1kg) em uma telha de papelão com betume, que alega ser “a telha ecológica”. 9:53 minutos.

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Foto:Vídeo de uma simulação de uma queda de bucha de balão (1kg) em uma telha.11:31 minutos.

Disponível em http://www.youtube.com/watch?v=SnfQfxOgEs4.

 

 

 

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Tabela Ambiental®: compromisso e transparência com informações técnicas e ambientais do produto

CTE criou metodologia própria para o desenvolvimento de uma ferramenta de comunicação completa, simples e transparente para materiais de construção

A incorporação da sustentabilidade tem ocorrido de forma bastante particular no setor da construção: começou a ganhar evidência com as certificações ambientais de empreendimentos e, apenas a partir de conceitos sustentáveis contemplados pelos green buildings, o tema passou a ser considerado também no nível estratégico e de processos internos pelas empresas da construção.

O movimento da sustentabilidade na cadeia produtiva da construção tem um longo caminho pela frente, uma vez que a cadeia é bastante complexa, envolve inúmeros agentes, e esta percepção de que é necessária uma mudança no ato de conceber, produzir e construir, em direção a uma cultura sustentável, ainda está restrita aos muros de algumas organizações ou a alguns tipos de produtos, sistemas ou ações.

Para avançar no tema, é importante a disseminação de conceitos e práticas, mas a construção civil é um setor historicamente carente de informações, o que prejudica não só o conhecimento técnico, como o acesso a dados e até às inovações. Um dos maiores desafios do setor, por exemplo, se concentra na escolha de um produto que fará parte das edificações e atenda às expectativas em relação à qualidade, durabilidade, segurança, impacto ambiental, etc. Se por um lado há hoje uma enorme diversidade de produtos e fabricantes, por outro há ainda uma carência de normas técnicas e de fiscalizações quanto ao desempenho desses produtos.

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Diante dessa realidade, os riscos da escolha por produtos recaem tradicionalmente sobre quem especifica e os riscos do desempenho e da manutenção sobre o consumidor, que compra ou aluga um imóvel com componentes sem especificações claras ou conformes. Se especificar produtos e componentes de acordo com requisitos técnicos sempre foi um desafio na construção, com o advento dos green buildings este processo se tornou ainda mais crítico.

“Ao longo de 23 anos de atuação do CTE na cadeia produtiva da construção, percebemos que é fundamental a escolha de produtos para garantir a qualidade da edificação. Atualmente, com mais de 240 projetos de consultoria green building, notamos a mesma importância na escolha dos produtos para elevar o desempenho ambiental de uma edificação. Há, no entanto, uma grande dificuldade por parte dos projetistas, construtores e especificadores neste processo de seleção e escolha de produtos com determinadas características ambientais (como, por exemplo, conteúdo reciclado, regionalidade dos materiais, quantidade de compostos orgânicos voláteis, etc.), já que a maioria dos fabricantes não têm tais informações”, explica Anderson Benite, diretor da área de Sustentabilidade do CTE.

A falta de informações ambientais dos materiais tem prejudicado não só o conhecimento mais profundo sobre o produto, mas também a sua inserção no mercado, levando o fabricante a perder espaço para os poucos que disponibilizam algum tipo de estudo a este respeito ou mesmo para aqueles que disseminam propagandas enganosas, o chamado greenwashing.

Diante desta realidade, e percebendo a necessidade de auxiliar os fabricantes tanto na elaboração dessas informações como na sua difusão entre especificadores, projetistas, construtores e consumidores, facilitando ainda os processos de certificação green guilding e incentivando o mercado como um todo para a ideia de uma construção mais sustentável, o CTE criou uma metodologia própria para o desenvolvimento de uma ferramenta de comunicação completa, simples e transparente para materiais de construção: a Tabela Ambiental®.

Por meio de consultoria técnica, o CTE trabalha com os fabricantes no desenvolvimento de uma tabela ambiental do produto, cujo objetivo é expor as reais características do material para o mercado, facilitando o processo de decisão com informações claras e transparentes para todos que especificam, aplicam, fazem a manutenção do produto e até para aqueles ocupam os edifícios ou compram no varejo este material.

“A Tabela Ambiental não é um selo ou certificação de produto, ela não determina se um produto é ecológico. A tabela representa, na verdade, uma foto real do produto com o objetivo principal de ser um meio de comunicação eficaz. Na Tabela, o fabricante pode inclusive apresentar selos, certificados e resultados de análise de ciclo de vida do produto, mas, o mais importante, é reunir as principais informações técnicas e ambientais de seu produto e simplificar a visualização dos dados”, afirma Alessandra Caiado, consultora do CTE responsável por este projeto.

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Fazem parte da consultoria técnica do CTE algumas etapas importantes para a elaboração da Tabela Ambiental, que será apresentada de forma completa para os vários tipos de públicos e também será estampada de forma condensada nas embalagens dos produtos. Inicialmente é feita uma imersão no mundo do material escolhido, para mapear toda a cadeia de impacto, desde a extração da matéria-prima até o descarte, e entender quais são os atributos de escolha para aquele tipo de produto. Nessa fase, é verificada também a contribuição do produto para o atendimento de sistemas de certificações e normas de maior demanda no Brasil, como o LEED, AQUA, Procel Edifica, Qualiverde, Norma de Desempenho 15.575, Living Building Challenge, BH Sustentável, Selo Azul da Caixa, etc.

Agrupadas todas as informações de demanda possíveis, tanto dos especificadores, consumidores como de sistemas de certificação e normas técnicas, são selecionadas as mais relevantes para um determinado produto, em relação ao momento atual do mercado brasileiro. A partir deste filtro, nasce a Tabela Ambiental, cujos resultados numéricos devem ser comprovados e sua origem deve ser esclarecida, para que o consumidor tenha o direito do conhecimento e de escolha.

Uma das fases mais importantes desta consultoria é a que envolve o marketing, quando o CTE assessora as equipes da área para transformar uma informação técnica, e na maioria das vezes de difícil entendimento, em uma comunicação acessível, simples, transparente e verdadeira. Ao final da consultoria, são realizados treinamentos da equipe de vendas do fabricante, a fim de que conheçam as novas ferramentas de venda e absorvam também novos vocabulários, tanto os termos técnicos específicos como os ambientais relacionados ao green building.

O desenvolvimento e adoção da Tabela Ambiental traz uma série de benefícios tanto para os consumidores como para o mercado da construção. Sendo amigável para quem especifica produtos e materiais na construção, a Tabela reduz os riscos da escolha, pois as informações estão abertas e claras para todos, e boa parte delas apresentam validações de laboratórios e ensaios, aumentando ainda mais a segurança na escolha.

“Além disso, a Tabela Ambiental é também um instrumento valioso para o marketing, pois já traz um grande diferencial para o mercado ao demonstrar de forma transparente e clara as características do produto. Se fizermos um comparativo com o desenvolvimento da Tabela Nutricional do setor de alimentos, veremos que hoje não compramos produtos apenas por suas marcas, mas sim por suas características declaradas. Produtos mais saudáveis de marcas até então desconhecidas passaram a superar marcas famosas por possuírem menos sódio ou inexistência de glúten, açúcar, gordura vegetal, etc.”, analisa Benite.

A Tabela Ambiental de produtos já está em pleno desenvolvimento nas empresas Remaster, Braston, Isover Saint Gobain, Quimicryl e Votorantim Alumínio . “Esses nossos clientes apostaram nesta ferramenta transparente e inovadora de comunicação, com plena consciência de que tanto os ótimos resultados como os não tão bons sobre o produto serão revelados na Tabela. O importante é que decidiram demonstrar que estão no caminho da melhoria contínua, apresentando ao mercado e ao consumidor seus planos de ação e metas para aperfeiçoamento do produto”, conclui Alessandra Caiado.

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Link original deste artigo: http://cte.com.br/site/informativo_noticia.php?id_artigo=11616

 

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Projeto solar para impulsionar a energia fotovoltaica

O mercado de energia solar fotovoltaica começa a se aquecer no Brasil. Fabricantes e distribuidores de equipamentos para energia solar já observam muitas oportunidades para empresas instaladoras e profissionais de todos os níveis.

As condições climáticas e o espaço territorial do nosso país são muito favoráveis ao uso da energia solar fotovoltaica. É uma opção promissora para complementar e ampliar a geração de eletricidade no Brasil.

A tecnologia fotovoltaica tem mostrado potencial para tornar-se uma das fontes de eletricidade predominantes no mundo. É a fonte que mais recebeu investimentos em 2012, com cerca de 1,5 bilhão de dólares. Europa, Ásia e América do Norte são os continentes que mais apostaram neste setor. Espera-se que esse crescimento continue nos anos seguintes, respaldado pela conscientização das vantagens da energia fotovoltaica.

Os investidores globais estão se posicionando fortemente e a curva de aprendizado do setor é altamente acelerada. Neste ambiente, alguns analistas de mercado acreditam que o Brasil já está atrasado neste processo.

O custo da energia fotovoltaica, um dos grandes culpados pela resistência a esse tipo de fonte, caiu em 2011 para US$ 1,50 e deve chegar em US$ 0,50 por watt e até 2015,  igualando-se ao das outras fontes, segundo dados da Associação Brasileira de Energias Alternativas e Meio Ambiente (ABEMA). Segundo Ruberval Baldini, presidente da associação, a competição com a eólica e outras tecnologias de fontes renováveis tem feito a energia solar evoluir e crescer rapidamente. O preço mais atraente vai impulsionar as pesquisas já em andamento em todo o mundo. “Existe uma busca por materiais e processos sustentáveis, e a entrada desses produtos e métodos na indústria dependerá do impacto econômico que causem”, completa Baldini.

Para Moehlecke, a tendência do mercado de esperar o barateamento da tecnologia pode ser justamente o que trava o desenvolvimento do mercado. A tecnologia, aponta o especialista, já vale a pena. Estima-se que o investimento em célula tradicional seja compensado muito antes do término de sua vida útil, que pode chegar a 30 anos.

Vantagens da adoção da Energia Fotovoltaica:

 1. Mais tecnologia, menor custo: Em países que adotaram a tecnologia como o Japão, as novidades tecnológicas entram com mais facilidade no mercado e ajudam a reduzir os gastos energéticos.

2. Redução de emissão de CO2 na atmosfera: a Associação Europeia da Indústria Fotovoltaica indicou que em 2012 a capacidade acumulada de geração de energia fotovoltaica no mundo atingiu pouco mais de 102 gigawatts (GW). Por ano, estas instalações poupam 53 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2).

3. Pode ainda ser mais eficiente do que a energia hidrelétrica:
Comparando o potencial de geração de energia fotovoltaica com energia hidrelétrica, temos:

Usina Hidrelétrica de Itaipu 1350 km2   (Lago de Itaipu) 14 GW 80 a 90 TWh/ano 20% energia elétrica consumida no Brasil
Gerador solar fotovoltaico 1350   km2 (Lago de Itaipu) 108 GW 183 TWh/ano > 40% da energia elétrica consumida no Brasil

4. Grandes obras e industrias podem produzir uma quantidade de energia suficiente para atender centenas de famílias: a empresa Martifersolar, por exemplo, apresenta em seu site projetos de grandes obras e industrias com uma legenda bastante informativa, onde apresenta o quanto de energia produz, o quanto evita em emissão de CO2 na atmosfera e quantas casas poderia abastecer com a energia produzida.

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Arquitetos e projetistas deverão considerar um projeto solar para impulsionar a energia fotovoltaica em seus empreendimentos. A energia gerada poderá ser comercializada no chamado mercado livre e além do retorno econômico, a reputação e imagem da empresa são favorecidas e fortalecidas. O empreendedor poderá divulgar aos seus clientes e consumidores, o apoio ao desenvolvimento de uma opção energética limpa, inovadora e de baixo impacto ambiental na sua instalação.

Alessandra Caiado

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Propaganda como ferramenta de Educação Ambiental !

Turma,

Estou incentivando nossos fabricantes a usarem a internet para vender.
Não só produtos, mas ideias, conceitos e educação ambiental.

Vejam que vídeo fantástico este feito para cobertura verde!
Imaginem o quanto podemos educar com propagandas do bem !

Compartilhem!

 

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